A Síndrome do Ovário Policístico tem tratamento

A partir do diagnóstico positivo, o médico define junto com a paciente o tratamento que será seguido.  Caso a intenção seja a melhora do ciclo menstrual e da pele, pode-se optar por métodos de tratamento hormonal que apresentem em sua formulação substâncias androgênicas, como o acetato de ciproterona ou a drospirenona (princípios ativos de dois dos produtos da Bayer Schering Pharma, Diane®35 e Yaz®). Quando a mulher deseja engravidar, o tratamento pode abranger medicamentos indutores da ovulação. No entanto, para todos os casos, algumas medidas são essenciais: orientação para uma dieta saudável, rotina de atividades físicas e cuidados estéticos (depilação e tratamentos da acne), que contribuem para a melhora dos aspectos físicos e psicológicos relacionados à SOP.

Para as pacientes acima do peso, emagrecer é muito importante para o sucesso do tratamento. “Muitas vezes, apenas com a redução da massa corpórea é possível reverter o quadro de disfunção hormonal e normalizar o ciclo menstrual”, ressalta a Dra. Angela Maggio da Fonseca.

Cistos Ovarianos



O que é cisto no ovário?
Um cisto no ovário é qualquer acúmulo de fluidos envolvidos por uma parede fina dentro de um ovário. Qualquer folículo ovariano que seja maior que em torno de 2 centímetros é considerado cisto. Um cisto no ovário pode ser pequeno como uma ervilha ou tão grande quanto uma laranja. A maioria dos cistos no ovário são funcionais em natureza e não causam prejuízos. Nos Estados Unidos os cistos nos ovários são encontrados em praticamente todas as mulheres antes da menopausa e em até 14,8% pós-menopausa. A incidência de carcinoma ovariano (câncer no ovário) é de aproximadamente 15 casos para cada 100 mil mulheres por ano. Os cistos no ovário afetam mulheres de todas as idades. Porém, eles ocorrem mais comumente em mulheres em idade reprodutiva. Alguns cistos no ovário causam problemas, como sangramento e dor, e pode ser necessária cirurgia para removê-los.


Tipos de cisto no ovário

Cistos funcionais

Os chamados cistos funcionais são parte do processo normal de menstruação.


Cisto folicular

O cisto folicular é o tipo mais comum. Ele pode se formar quando a ovulação não ocorre e um folículo não rompe ou não libera o seu ovo, mas ao invés disso cresce até tornar-se um cisto. O cisto folicular geralmente se forma durante a ovulação e pode crescer até o diâmetro de 5,8 centímetros. Ele tem uma parede fina enchida de fluido claro. A ruptura do cisto folicular pode ocasionar dor forte no lado do ovário no qual o cisto apareceu. Essa dor ocorre no meio do ciclo menstrual, durante a ovulação. Em torno de 1/4 das mulheres com esse tipo de cisto experimenta dor. Geralmente o cisto folicular não produz sintomas e desaparece por si mesmo em alguns meses. Ultra-som é o principal instrumento usado para documentar o cisto folicular. Exame de pélvis também ajuda no diagnóstico se o cisto for grande o suficiente.


Cisto de corpo lúteo

O cisto de corpo lúteo é um tipo funcional que pode romper na época da menstruação e leva até três meses para desaparecer inteiramente. Depois que o folículo libera o ovo ele torna-se uma glândula pequena temporária secretória conhecida como corpo lúteo. O folículo rompido começa a produzir grandes quantidades de estrogênio e progesterona em preparação para a concepção. Se a gravidez não ocorrer, o corpo lúteo geralmente desaparece. Porém, o corpo lúteo pode encher-se de fluido ou sangue e se expandir tornando-se um cisto e ficar no ovário. Geralmente o cisto de corpo lúteo não produz sintomas. Porém, ele pode crescer até 10 centímetros de diâmetro e sangrar ou torcer o ovário, causando dor pélvica ou abdominal. Se ele for enchido de sangue pode romper e causar sangramento interno e dor súbita. O cisto de corpo lúteo não ameaça a gravidez. Mulheres usando pílula anticoncepcional geralmente não formam esse tipo de cisto.

Cisto hemorrágicoUm terceiro tipo de cisto funcional, é o hemorrágico. Ele pode ocorrer quando um vaso sanguíneo bem pequeno na parede do cisto se rompe e o sangue entra no cisto. Pode estar presente dor abdominal em um lado do corpo. Ocasionalmente o cisto hemorrágico pode romper com sangue entrando na cavidade abdominal, o que causa muita dor. Geralmente não é preciso cirurgia, mesmo quando o cisto hemorrágico se rompe.

Cistos dermóides


Cisto endometrióideO cisto endometrióide é formado quando um pequeno pedaço de tecido endometrial (a membrana mucosa que forma o revestimento interno da parede uterina) sangra, desprende-se e cresce dentro do ovário. Quando esse cisto rompe-se, o material transborda para a pélvis, superfície do útero, bexiga e intestino. O tratamento para  cisto endometrióide pode ser médico ou cirúrgico.

Cistos patológicos Outros cistos são patológicos como os encontrados na síndrome dos ovários policisticos ou aqueles associados a tumores. A síndrome dos ovários policisticos está associada com infertilidade, sangramento anormal, aumento na incidência de perda do feto e complicações durante a gravidez. Síndrome dos ovários policisticos é muito comum, acredita-se ocorrer entre 4-7% das mulheres em idade reprodutiva.

Sintomas do cisto no ovárioAlguns dos sintomas a seguir podem estar presentes, embora possa não aparecer sintoma algum:

* Dor ou desconforto no abdômen inferior, pélvis, vagina, região lombar ou coxas. A dor pode ser constante ou intermitente.
* Abdômen cheio, pesado, inchado ou com pressão.
* Sensibilidade nos seios.
* Dor durante ou logo após a menstruação.
* Ciclos menstruais irregulares.
* Sangramento uterino anormal.
* Alteração na freqüência e facilidade da urinação.
* Ganho de peso.
* Náusea ou vômito.
* Fadiga.
* Infertilidade.
* Aumento no nível de crescimento de pelos.

Tratamento do cisto no ovárioO tratamento do cisto no ovário depende do seu tamanho e sintomas. Para cistos pequenos e sem sintomas a melhor ação é simplesmente o monitoramento. A dor causada pelos cistos no ovário pode ser tratada com:
* Analgésicos.
* Banho morno ou compressa quente no abdômen inferior perto dos ovários.
* Chá de camomila.
* Urinar assim que aparecer a vontade.
* Evitar a constipação (prisão de ventre).
* Eliminar cafeína e álcool da dieta e reduzir a ingestão de açúcar. Aumentar a ingestão de vitamina A e carotenóides (cenoura, tomate, verduras) e vitamina B (grãos integrais).
* Uso de pílula anticoncepcional.
* Limitar atividades extenuantes pode reduzir o risco de ruptura do cisto.

Os cistos que persistem por três ciclos menstruais, ou ocorrem depois da menopausa, podem indicar doença mais séria e devem ser investigados, especialmente se há casos de câncer do ovário em membros da família. Tais cistos podem requerer biópsia cirúrgica. Para casos mais sérios de cisto no ovário pode ser necessária cirurgia. Algumas cirurgias podem remover o cisto sem danificar os ovários, enquanto em alguns casos é necessária a remoção de um ou ambos os ovários.


Tipos de Cistos Ovarianos:



Funcionais


São os mais comuns. Formam-se durante o processo de ovulação, período no qual a mulher produz pequenos nódulos que devem ser expelidos na menstruação. Quando não o são, formam o cisto. Tendem a regredir naturalmente.

Serosos


Secretam um líquido claro, transparente e de baixa viscosidade. Com características bem diferentes do funcional, o seroso não regride. Ao contrário, tende a crescer. O quanto antes for detectado, melhor o tratamento.



Teratoma


Têm em seu interior sebo, cabelo e até dente. São formados por células embrionárias (presentes no ovário) que se multiplicam em local indevido. São células pouco específicas e determinam várias características ao mesmo tempo.

Endometrióticos


São constituídos por células do endométrio (camada formada durante o ciclo reprodutivo e é mensalmente expulsa pela menstruação). Em seu interior, há um líquido sanguinolento, de cor achocolatada.



Malignos


São os cânceres de ovário e ocorrem em cerca de 1% das mulheres – em especial nas que têm mais de 50 anos. Se não diagnosticados e tratados o mais rápido possível, podem matar.






Dicas:

  • É fundamental que as mulheres façam exames periódicos – ao menos uma vez por ano – para prevenir ou evitar o crescimento descontrolado do cisto;
  • Controlar sempre os dias de menstruação. Se notar variações muito grandes, procurar o médico;
  • Nunca tomar anticoncepcionais sem acompanhamento médico. Mulheres que sofrem de problemas como hipertensão, varizes, obesidade, etc, podem ter a saúde prejudicada com o uso do remédio;
  • O ovário policístico é um tipo diferente de doença e raramente é operado.





Fonte:http://www.copacabanarunners.net/cisto-ovario.html

Cistos ovarianos – Informações às pacientes

INTRODUÇÃO
Os cistos ovarianos são formações saculares preenchidas por fluido que se desenvolvem nos ovários das mulheres. A maioria dos cistos não causa nenhum sintoma, mas alguns podem acarretar problemas como ruptura, sangramento ou dor. Nesses casos o tratamento cirúrgico se faz necessário para a remoção do(s) cisto(s).Os cistos ovarianos afetam mulheres de todas as idades. A vasta maioria dos cistos ovarianos é considerada funcional (ou fisiológica). Em outras palavras, eles não estão relacionados a nenhuma doença. A maioria dos cistos ovarianos é benigna e desaparece sozinha em algumas semanas sem nenhum tratamento. Os cistos ocorrem mais freqüentemente durante o período fértil da mulher.Pode-se dividir os cistos ovarianos em benignos e malignos. O cisto pode ser encontrado no câncer ovariano, mas os cistos ovarianos tipicamente representam um processo normal ou uma condição benigna. São exemplos de cistos benignos de ovário:
1. Cisto follicular – cisto simples que se forma quando a ovulação não ocorre ou quando o folículo maduro regride. Geralmente se forma na época da ovulação e a ruptura deste tipo de cisto pode ocasionar a chamada dor do meio do ciclo (Mittelschmerz), uma dor de forte intensidade, localizada do lado do ovário contendo o cisto, no meio do ciclo menstrual, durante a ovulação. De um modo geral esses cistos não produzem sintomas e desaparecem sozinhos dentre de poucos meses.   
2. Cisto de corpo lúteo – este tipo de cisto ovariano funcional se forma após a liberação do óvulo do folículo ovariano. Após isso, o folículo se torna uma estrutura chamada corpo lúteo. Se a mulher não engravida, o corpo lúteo regride e desaparece. Em algumas ocasiões, o corpo lúteo pode ser preenchido por fluido ou sangue e persistir no ovário.  

3. Cisto hemorrágico – este tipo de cisto funcional ocorre quando há sangramento dentro do seu interior. Ocasionalmente pode haver dor abdominal do lado em que o cisto está presente.


 

Cisto hemorrágico de ovário

4. Cisto dermóide – este tipo de cisto geralmente afeta mulheres jovens. Trata-se de um tumor benigno, também chamado de teratoma cístico maduro. Este cisto pode conter gordura, ossos, pêlos e cartilagem no seu interior. A imagem na ecografia pode variar de acordo com o seu conteúdo. A tomografia e a ressonância nuclear magnética podem mostrar a presença de gordura e calcificações.

 

Cisto dermóide de ovário

5. Endometrioma ou cisto endometrióide – formado quando o tecido endometrial (tecido que recobre a face interna do útero) cresce nos ovários. Afeta mulheres durante o período reprodutivo e pode causar dor pélvica crônica durante a menstruação.

Endometrioma de ovário
6. Ovários com aparência policística – ovários aumentados de volume (geralmente o dobro do normal) com pequenos cistos presentes na superfície externa do ovário. Pode aparecer em mulheres “normais” e também em mulheres com doenças endócrinas. É uma situação diferente da síndrome dos ovários policísticos, que inclui outros sintomas e anormalidades fisiológicas, além da presença de cistos ovarianos. A síndrome dos ovários policísticos envolve riscos metabólicos e cardiovasculares relacionados à resistência insulínica.
  
 
 Ovário com aparência policística

7. Cistoadenoma – é um tipo de tumor benigno que se desenvolve no tecido ovariano. Pode ser preenchido por conteúdo seroso ou mucoso e atingir vários centímetros de diâmetro, necessitando de remoção cirúrgica.            

 
Cistoadenoma seroso de ovário

FATORES DE RISCO

 História prévia de cistos ovarianos   

Ciclos menstruais irregulares

Obesidade

Menarca (primeira menstruação) precoce (11 anos ou menos)
Infertilidade

  Hipotireoidismo

SINTOMAS
Geralmente os cistos ovarianos não produzem sintomas e são encontrados durante exames físicos de rotina ou são vistos por acaso em ultra-sonografias realizadas por outros motivos. No entanto, os seguintes sintomas podem estar presentes:

1. Dor abdominal baixa ou dor pélvica

2. Sangramento menstrual irregular

3. Sensação de peso ou desconforto em abdome inferior ou pelve

4. Dor pélvica durante o período menstrual que pode ser sentida na região lombar baixa

5. Dor pélvica após exercício intenso ou intercurso sexual

6. Dor ou pressão ao urinar ou ao evacuar

7. Náuseas ou vômitos

8. Dor vaginal

9. Infertilidade 

DIAGNÓSTICO

Exame de imagem

O ultra-som transvaginal é o melhor exame de imagem para o diagnóstico de um cisto ovariano. Em grande parte das vezes pode-se diferenciar os cistos pelas características no ultra-som. Este exame é indolor e lembra um exame ginecológico. Um pequeno transdutor é inserido dentro da vagina (protegido por um preservativo) e é direcionado para o útero e os ovários. Com isso se pode avaliar o conteúdo do cisto e categorizar em simples (apenas preenchido por fluido), complexo (com áreas de fluido misturadas com material sólido) ou completamente sólido (sem fluido visível).  A tomografia de pelve auxilia na avaliação da extensão do cisto. A ressonância nuclear magnética pode ser indicada em algumas ocasiões especiais para diferenciar alguns tipos de cistos.

Cirurgia laparoscópica

O cirurgião insufla a cavidade abdominal com gás e faz pequenas incisões na parede abdominal através das quais os instrumentos cirúrgicos são inseridos. O cirurgião identifica o cisto e pode removê-lo ou apenas o biopsiar.

Dosagem de Ca-125

O Ca-125 é um marcador sangüíneo para o câncer ovariano. É utilizado para a avaliação do câncer ovariano epitelial e pode ajudar a determinar se uma massa ovariana tem risco de ser maligna. Em algumas ocasiões condições benignas podem acarretar níveis elevados de Ca-125, portanto um valor elevado não significa necessariamente um tumor ovariano maligno.

Dosagens hormonais

A dosagem de LH, FSH, estradiol e testosterona pode indicar potenciais problemas com relação a esses hormônios.

Teste de gravidez (beta-HCG) Uma gravidez ectópica (gravidez fora do útero) deve ser descartada porque alguns dos sintomas de gravidez ectópica podem ser semelhantes aos dos cistos ovarianos. 


TRATAMENTO

Os cistos ovarianos funcionais são os tipos mais comuns de cistos ovarianos. Eles geralmente desaparecem sozinhos e na maioria das vezes não necessitam de tratamento. Algumas vezes podem crescer e tomar grandes dimensões ou permanecer aumentados por vários meses. Nesses casos devem ser removidos para determinar se são realmente benignos.

Medicações

Os anticoncepcionais orais podem ajudar a regular o ciclo menstrual e evitar a formação de folículos que podem se transformar em novos cistos.Os anti-inflamatórios podem ajudar a reduzir a dor pélvica.

Cirurgia

Atualmente a via de acesso padrão ouro para qualquer procedimento cirúrgico é a laparoscopia. Praticamente qualquer cirurgia pode ser realizada por acesso laparoscópico. O cirurgião identifica o cisto e pode removê-lo ou apenas o biopsiar.

Em alguns casos o cisto de ovário pode torcer e causar dor abdominal severa associada a náuseas e vômitos. Trata-se de uma emergência e a cirurgia é indispensável.

 
Posicionamento do cisto ovariano dentro de um saco laparoscópico (endobag)
Aspiração do conteúdo do cisto
Descolamento da parede do cisto do tecido ovariano

Cistos ovarianos – Informações às pacientes

Os cistos ovarianos são formações saculares preenchidas por fluido que se desenvolvem nos ovários das mulheres. A maioria dos cistos não causa nenhum sintoma, mas alguns podem acarretar problemas como ruptura, sangramento ou dor. Nesses casos o tratamento cirúrgico se faz necessário para a remoção do(s) cisto(s).Os cistos ovarianos afetam mulheres de todas as idades. A vasta maioria dos cistos ovarianos é considerada funcional (ou fisiológica). Em outras palavras, eles não estão relacionados a nenhuma doença. A maioria dos cistos ovarianos é benigna e desaparece sozinha em algumas semanas sem nenhum tratamento. Os cistos ocorrem mais freqüentemente durante o período fértil da mulher.Pode-se dividir os cistos ovarianos em benignos e malignos. O cisto pode ser encontrado no câncer  mas os cistos ovarianos tipicamente representam um processo normal ou uma condição benigna. São exemplos de cistos benignos de ovário:


Cisto follicularcisto simples que se forma quando a ovulação não ocorre ou quando o folículo maduro regride. Geralmente se forma na época da ovulação e a ruptura deste tipo de cisto pode ocasionar a chamada dor do meio do ciclo (Mittelschmerz), uma dor de forte intensidade, localizada do lado do ovário contendo o cisto, no meio do ciclo menstrual, durante a ovulação. De um modo geral esses cistos não produzem sintomas e desaparecem sozinhos dentre de poucos meses.   


Cisto de corpo lúteoeste tipo de cisto ovariano funcional se forma após a liberação do óvulo do folículo ovariano. Após isso, o folículo se torna uma estrutura chamada corpo lúteo. Se a mulher não engravida, o corpo lúteo regride e desaparece. Em algumas ocasiões, o corpo lúteo pode ser preenchido por fluido ou sangue e persistir no ovário.  



Cisto hemorrágicoeste tipo de cisto funcional ocorre quando há sangramento dentro do seu interior. Ocasionalmente pode haver dor abdominal do lado em que o cisto está presente.


Cisto dermóideeste tipo de cisto geralmente afeta mulheres jovens. Trata-se de um tumor benigno, também chamado de teratoma cístico maduro. Este cisto pode conter gordura, ossos, pêlos e cartilagem no seu interior. A imagem na ecografia pode variar de acordo com o seu conteúdo. A tomografia e a ressonância nuclear magnética podem mostrar a presença de gordura e calcificações.

Endometrioma ou cisto endometrióideformado quando o tecido endometrial (tecido que recobre a face interna do útero) cresce nos ovários. Afeta mulheres durante o período reprodutivo e pode causar dor pélvica crônica durante a menstruação.

Ovários com aparência policísticaovários aumentados de volume (geralmente o dobro do normal) com pequenos cistos presentes na superfície externa do ovário. Pode aparecer em mulheres “normais” e também em mulheres com doenças endócrinas. É uma situação diferente da síndrome dos ovários policísticos, que inclui outros sintomas e anormalidades fisiológicas, além da presença de cistos ovarianos. A síndrome dos ovários policísticos envolve riscos metabólicos e cardiovasculares relacionados à resistência insulínica.
  
Cistoadenomaé um tipo de tumor benigno que se desenvolve no tecido ovariano. Pode ser preenchido por conteúdo seroso ou mucoso e atingir vários centímetros de diâmetro, necessitando de remoção cirúrgica.            

FATORES DE RISCO

 História prévia de cistos ovarianos   

Ciclos menstruais irregulares

Obesidade

Menarca (primeira menstruação) precoce (11 anos ou menos)
Infertilidade

  Hipotireoidismo

SINTOMAS
Geralmente os cistos ovarianos não produzem sintomas e são encontrados durante exames físicos de rotina ou são vistos por acaso em ultra-sonografias realizadas por outros motivos. No entanto, os seguintes sintomas podem estar presentes:

1. Dor abdominal baixa ou dor pélvica

2. Sangramento menstrual irregular

3. Sensação de peso ou desconforto em abdome inferior ou pelve

4. Dor pélvica durante o período menstrual que pode ser sentida na região lombar baixa

5. Dor pélvica após exercício intenso ou intercurso sexual

6. Dor ou pressão ao urinar ou ao evacuar

7. Náuseas ou vômitos

8. Dor vaginal

9. Infertilidade 

DIAGNÓSTICO

Exame de imagem

O ultra-som transvaginal é o melhor exame de imagem para o diagnóstico de um cisto ovariano. Em grande parte das vezes pode-se diferenciar os cistos pelas características no ultra-som. Este exame é indolor e lembra um exame ginecológico. Um pequeno transdutor é inserido dentro da vagina (protegido por um preservativo) e é direcionado para o útero e os ovários. Com isso se pode avaliar o conteúdo do cisto e categorizar em simples (apenas preenchido por fluido), complexo (com áreas de fluido misturadas com material sólido) ou completamente sólido (sem fluido visível).  A tomografia de pelve auxilia na avaliação da extensão do cisto. A ressonância nuclear magnética pode ser indicada em algumas ocasiões especiais para diferenciar alguns tipos de cistos.

Cirurgia laparoscópica

O cirurgião insufla a cavidade abdominal com gás e faz pequenas incisões na parede abdominal através das quais os instrumentos cirúrgicos são inseridos. O cirurgião identifica o cisto e pode removê-lo ou apenas o biopsiar.

Dosagem de Ca-125

O Ca-125 é um marcador sangüíneo para o câncer ovariano. É utilizado para a avaliação do câncer ovariano epitelial e pode ajudar a determinar se uma massa ovariana tem risco de ser maligna. Em algumas ocasiões condições benignas podem acarretar níveis elevados de Ca-125, portanto um valor elevado não significa necessariamente um tumor ovariano maligno.

Dosagens hormonais

A dosagem de LH, FSH, estradiol e testosterona pode indicar potenciais problemas com relação a esses hormônios.

Teste de gravidez (beta-HCG) Uma gravidez ectópica (gravidez fora do útero) deve ser descartada porque alguns dos sintomas de gravidez ectópica podem ser semelhantes aos dos cistos ovarianos. 


TRATAMENTO

Os cistos ovarianos funcionais são os tipos mais comuns de cistos ovarianos. Eles geralmente desaparecem sozinhos e na maioria das vezes não necessitam de tratamento. Algumas vezes podem crescer e tomar grandes dimensões ou permanecer aumentados por vários meses. Nesses casos devem ser removidos para determinar se são realmente benignos.

Medicações

Os anticoncepcionais orais podem ajudar a regular o ciclo menstrual e evitar a formação de folículos que podem se transformar em novos cistos.Os anti-inflamatórios podem ajudar a reduzir a dor pélvica.

Cirurgia

Atualmente a via de acesso padrão ouro para qualquer procedimento cirúrgico é a laparoscopia. Praticamente qualquer cirurgia pode ser realizada por acesso laparoscópico. O cirurgião identifica o cisto e pode removê-lo ou apenas o biopsiar.

Em alguns casos o cisto de ovário pode torcer e causar dor abdominal severa associada a náuseas e vômitos. Trata-se de uma emergência e a cirurgia é indispensável.

Sintomas da Síndrome dos Ovários Policísticos




Irregularidade menstrual
É um dos principais sintomas da SOP. Grande parte das mulheres tem atrasos ou mesmo ausência das menstruações.
Dificuldade na ovulação
Muitas mulheres com essa síndrome não têm ovulação regular. Esse fato faz com que muitas delas tenham dificuldade em engravidar sem tratamento eficaz.
No entanto, isso não quer dizer que mulheres com SOP não engravidem nunca!!! Muitas adolescentes com esses ovários pensam que não podem engravidar e acabam conseguindo uma gravidez indesejada / não planejada.

Problemas na pele e aumento de pelos.
Acne, espinhas, queda de cabelo, pele oleosa e aumento de pelos são sintomas que podem fazer parte da síndrome. São chamados de sinais de hiperandrogenismo.

Aumento de peso

Muitas mulheres que tem ovários policísticos apresentam aumento de peso. Há controvérsias se é o aumento de peso que causa a anovulação crônica e, portanto, os ovários policísticos, ou se é a síndrome que causa o aumento de peso. Em algumas mulheres basta perder peso que os sinais da síndrome voltam ao normal.

Pacientes com síndrome dos ovários policísticos devem ser cuidadosamente avaliadas em relação à resistência à insulina e à síndrome metabólica, pois essas alterações estão relacionadas com maior chance de desenvolver alterações vasculares, diabetes, hipertensão arterial e risco cardiovascular aumentado.
Ovário Policístico
Ovário Policístico
Ovário Normal
Ovário Normal

O primeiro passo para escapar das complicações desencadeadas pelos ovários policísticos é controlar o peso. Isso porque a gordura de sobra contribui com a resistência à insulina e permite que os níveis de hormônio masculino continuem elevados. Assim, é preciso investir em um esporte e em um cardápio pouco calórico. O tratamento medicamentoso varia de acordo com o quadro. Mulheres que não querem engravidar se beneficiam com a pílula anticoncepcional, que equilibra os hormônios e, com isso, ajuda a regular o ciclo menstrual e conter as imperfeições na pele. “Se já houver resistência à insulina, podemos receitar 
remédios específicos para essa disfunção, como a metformina”.


A síndrome marcada pela formação de cistos nos ovários vive cercada de mistérios. Mas um deles está perto de ser elucidado de uma vez por todas. Cientistas suecos desvendam um novo mecanismo que explica o elo entre o distúrbio e o diabete.


Assim como os mestres de obras, que zelam por todo o trabalho envolvido em uma construção, os hormônios são responsáveis por manter o organismo funcionando a pleno vapor. Mas, quando a fabricação dessas substâncias sai dos trilhos, o corpo da mulher pode ficar fora de sintonia. Quem tem a síndrome dos ovários policísticos (SOP), problema que se distingue pelo surgimento de cistos nos ovários e pela produção exacerbada de hormônios masculinos, conhece bem essa história. “O distúrbio desregula a menstruação, favorece o ganho de gordura abdominal e ainda pode provocar o aparecimento de acne e pelos no rosto e em outras partes do corpo”, relata a ginecologista Angela Maggio da Fonseca, da Universidade de São Paulo.

Se o descompasso deixa de ser acompanhado por um médico, várias complicações não custam a aparecer. Entre elas, merecem destaque a infertilidade e, agora sim, falamos dele, o diabete tipo 2. Há um bom tempo os clínicos notam que as portadoras da SOP desenvolvem mais facilmente a resistência à insulina — o hormônio que conduz a glicose para dentro das células não consegue trabalhar direito e, aí, o açúcar sobra no sangue, abrindo caminho ao diabete. Mas faltava uma peça no quebra-cabeça: o que dispararia a tal da resistência? Especulava-se que tudo era fruto de uma interferência do excesso de hormônios masculinos. A resposta para o mistério, porém, parece recair sobre as células de gordura, os adipócitos.

Um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, revela que as mulheres com o distúrbio, sejam elas magras ou gordas, apresentam adipócitos mais rechonchudos e com um defeito. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores selecionaram 62 voluntárias, metade delas com SOP. Elas foram divididas em duplas formadas por uma participante com a síndrome e outra sem o problema, mas que tinham idade e peso semelhantes. Ao compará-las, os estudiosos constataram que o tecido adiposo daquelas com SOP produzia uma quantidade inferior de um hormônio liberado justamente pelos adipócitos, a adiponectina. “Essa substância facilita a ação da insulina. Na falta dela, a glicose tem dificuldade para entrar nas células”, explica o endocrinologista Ivan Ferraz, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.

De acordo com Ricardo Meirelles, presidente da Sociedade Brasileira de Endocr inologia e Metabologia, o trabalho é revelador porque alivia a culpa sobre o hormônio masculino e aponta que até mesmo jovens magras podem abrigar células de gordura volumosas e má produtoras de adiponectina. “É por isso que elas estão cada vez mais propensas à resistência à insulina e ao diabete tipo 2″, afirma.

Vale ressaltar, contudo, que os quilos extras costumam agravar a situação. Portanto, quem tem ovários policísticos e quer manter distância do diabete deve apostar em uma dieta equilibrada aliada à prática regular de uma atividade física. O diagnóstico precoce e o monitoramento médico também são fundamentais. “Pelo menos 30% das mulheres com SOP não sabem que têm o distúrbio”, calcula Meirelles. Não dá para vacilar e permitir que essa sigla promova uma algazarra hormonal.




O tratamento da síndrome dos ovários policísticos

depende dos sintomas que a mulher apresenta e do que ela pretende. A pergunta mais frequente do médico é saber se a paciente pretende engravidar ou não.
Anticoncepcionais orais
Não havendo desejo de engravidar, grande parte das mulheres se beneficia com tratamento à base de anticoncepcionais orais, ou seja, a pílula. De fato, a pílula melhora os sintomas de aumento de pelos, espinhas, irregularidade menstrual e cólicas.

Não há uma pílula específica para o controle dos sintomas. As de baixa dosagem têm sido as mais prescritas pelos ginecologistas. Existem pílulas que tem um efeito melhor sobre a acne, espinhas e pele oleosa.

Mulheres que não podem tomar a pílula se beneficiam de tratamentos à base de progesterona.
Dietas com baixas calorias e pouca gordura melhoram o aumento de peso, contribuindo para o bem estar da paciente.
Em alguns casos medicamentos que são usados no tratamento da diabetes também tem sua aplicação.

Cirurgia
Cada vez mais os métodos cirúrgicos para essa síndrome têm sido abandonados em função da eficiência do tratamento com anticoncepcionais orais.

Indução da ovulação
Se a paciente pretende engravidar, o médico lhe recomendará tratamento de indução da ovulação, não sem antes afastar as outras causas de infertilidade. Não se deve fazer esse tratamento em mulheres que não estejam realmente tentando engravidar.

Antidiabetogênicos orais
Estando a síndrome dos ovários policísticos associada à resistência insulínica, um dos tratamentos disponíveis é por meio de medicamentos para diabetes. Cabe ao médico e à paciente a avaliação do melhor tratamento.

Dieta e atividade física:
Essas pacientes devem ser orientadas em relação à dieta e atividade física, concomitantemente com as medidas terapêuticas.

É necessário tratar?
Pacientes com síndrome dos ovárioss policístico devem ser cuidadosamente avaliadas em relação à resistência à insulina e a síndrome metabólica, pois essas doenças estão relacionadas a maior chance de desenvolver alterações vasculares, diabetes, hipertensão arterial e risco cardiovascular aumentado.

Mulheres com ovários policísticos e obesidade devem ser estimuladas a mudar seus hábitos alimentares e de atividade física visando à melhora global das alterações.

Ovário Policístico ?

O QUE É

É uma síndrome ou um conjunto de sintomas provocado pela formação de microcistos no ovário. Embora freqüente nas mulheres, apenas 6% a 10% delas apresentam alterações endócrinas por causa do problema. A maior parte dos casos aparece na adolescência, acompanhando a mulher durante a vida, e tende a se normalizar após os 35 anos.

POSSÍVEIS CAUSAS

  • Irregularidades no funcionamento do hipotálamo;
  • Pesquisas genéticas sugerem que alterações cromossômicas podem originar a síndrome;
  • Aumento da quantidade de insulina no sangue.

A SÍNDROME

Em geral, surgem mais de dez cistos (com 6 a 10 mm cada) que ficam distribuídos perifericamente na superfície do ovário. O acúmulo de microcistos pode causar o aumento médio de 2,8 vezes o tamanho normal do ovário.

ovário normal ovário policístico

O ovário é o órgão responsável pela ovulação e também pela
produção de hormônios femininos.

SINTOMAS

  • Irregularidades menstruais – Normalmente são atrasos ou total ausência das menstruações;
  • Problemas na pele – Espinhas, quedas de cabelo, pele oleosa e aumento de pêlos no rosto e no corpo;
  • Aumento de peso – Distúrbios no metabolismo podem surgir, favorecendo o ganho de peso;
  • Dificuldade na ovulação – Parte das mulheres que têm esse problema não ovula regularmente, o que pode dificultar a gravidez.

RISCOS

  • Câncer de endométrio - Sem ovular, a mulher deixa de produzir o hormônio progesterona, responsável pela proteção do útero. Os riscos de câncer de endométrio aumentam;
  • Diabetes – O ovário policístico também pode ocasionar a disfunção da insulina, que pode levar ao aumento de colesterol, problemas cardiovasculares, e ainda, ao Diabetis Mellitus;
  • Problemas psicológicos - Alguns dos sintomas como irregularidade menstrual, aumento de peso e surgimento de pêlos em excesso podem gerar problemas psicológicos na mulher.

TRATAMENTOS

  • Pílula anticoncepcional – Para normalizar o ciclo menstrual e suprir a demanda de hormônios;
  • Redução de peso – É muito importante para a regularização do metabolismo, evitando assim distúrbios na produção de insulina;
  • Comprimidos de progesterona – Para suprir a falta deste hormônio que não está sendo produzido pelo ovário;
  • Cirurgia – A remoção dos cistos por cirurgia só é feita em casos extremos, nos quais a medicação não surte mais efeitos.

A FERTILIDADE É AFETADA?

Uma das conseqüências da síndrome é a diminuição da fertilidade devido à dificuldade de ovulação. Entre as mulheres que apresentam os sintomas da síndrome de ovário policístico, apenas 25% engravidam espontaneamente. Mas o tratamento para induzir à ovulação é simples; portanto, na maioria das vezes, a infertilidade é facilmente revertida.

COMO DETECTAR A SÍNDROME

Ao perceber alguns dos sintomas, é importante procurar seu médico. O ginecologista verificará a existência ou não do problema por meio de exames como:

  • Exame clínico;
  • Ultrassonografia;
  • Dosagem hormonal.

10 dúvidas freqüentes sobre a síndrome dos ovários policísticos


Alterações menstruais constantes devem ser alerta para as mulheres

A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação. 

1) Quais são os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos? São as alterações menstruais. A mulher menstrua a cada dois ou três meses e, freqüentemente, tem apenas dois ou três episódios de menstruação por ano. Outro sintoma é o hirsutismo, ou seja, o aumento de pêlos no rosto, nos seios e
na região mediana do abdômen. A obesidade também é um sintoma freqüente. Na verdade, a obesidade piora a Síndrome. Às vezes, a paciente não tem as manifestações sintomáticas, mas quando engorda, elas aparecem.

2) Alterações menstruais muitas mulheres têm. Existe algum tipo que seja característico da síndrome do ovário policístico? Menstruações espaçadas é a principal característica dessas alterações. Mulheres com ovários policísticos têm apenas dois, três ou quatro episódios menstruais por ano. 
3) Em que fase da vida da mulher, a Síndrome costuma aparecer? Ela começa na puberdade e vai até a menopausa. Alguns casos tornam-se assintomáticos com o tratamento, mas é uma doença crônica. Por isso, é comum a mulher com ovário policístico procurar vários especialistas, ao longo da vida, em busca de tratamento. No entanto, a importância que se dá ao caso, depende da fase da vida que a mulher atravessa. Na puberdade e na adolescência, os pêlos causam maior incômodo. Depois, na idade do casamento, preocupam as alterações menstruais, que podem ser sinal de infertilidade. Há, também, o momento em que a obesidade representa o maior inconveniente. A Síndrome assume maior ou menor relevância, de acordo com a fase de vida da mulher e, conseqüentemente, o tratamento deve respeitar os sintomas que se destacam em determinado período.

4) Como se faz o diagnóstico da Síndrome dos Ovários Policísticos?
O diagnóstico da doença ficou muito facilitado com o emprego do ultra-som. Antigamente, fazíamos uma pneumopelvigrafia, um exame invasivo porque se aplicava uma injeção de ar no abdômen para visualizar melhor os órgãos pélvicos e tirava-se uma radiografia. Hoje, a sonda do ultra-som sobre a superfície externa do abdômen permite um diagnóstico preciso. Normalmente, os ovários policísticos são visualizados por meio do exame de ultra-som ou no de toque realizado no exame ginecológico de rotina. Às vezes, basta examinar a paciente para localizar os dois ovários aumentados. O ovário tem mais ou menos 9cm³. O ovário policístico chega a ter 20cm³, quer dizer, o dobro do volume. Além disso, sua aparência é típica: fica coberto por uma capa branca semelhante à albugínea que envolve o testículo, e os cistos formam uma saliência na superfície.

5) Qual a diferença entre cisto no ovário e ovário policístico?
A diferença está no tamanho e no número de cistos. Geralmente, na Síndrome, existem de 10 a 20 pequenos cistos com meio centímetro de diâmetro, enquanto os cistos de ovário são únicos e bem maiores, medindo de 3 a 10 cm. Eles só não são únicos nos casos de estimulação ovariana para fertilização assistida, quando podem ocorrer de cinco a dez cistos grandes. Se a mulher faz um ultra-som e encontra um cisto grande no ovário, isso não quer dizer que ela corra risco maior de desenvolver a Síndrome dos Ovários Policísticos. Não há esse perigo. Essa mulher tem, provavelmente, uma alteração no controle da função ovariana que leva à produção do cisto. Ela pode ter um problema no hipotálamo ou na hipófise, que não faz parte da Síndrome dos Ovários Policísticos, uma patologia crônica para a qual ainda não se descobriu a cura.

6) A mulher com síndrome de ovários policísticos produz mais testosterona que a mulher normal?
Quais as conseqüências deste desequilíbrio hormonal? É importante dizer que todas as mulheres produzem fisiologicamente hormônios masculinos. Na mulher, uma das funções dos andrógenos é justamente aumentar a libido. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário e isso impede a ovulação. Os cistos representam a parada do desenvolvimento dos folículos para ovular. O folículo, normalmente, atinge um estágio em que arrebenta e expele o óvulo. Quando isso não acontece, um líquido se acumula nesse local. Como mais ou menos dez folículos se desenvolvem todos os meses, surgirão dez ou quinze pequenos cistos característicos do ovário policístico. No entanto, essa mulher não ovula porque lhe faltam condições endócrinas para tanto. 

7) O aparecimento da acne é muito freqüente nesse tipo de síndrome?
A acne é um sintoma comum na Síndrome dos Ovários Policísticos. Quando o andrógeno atua sobre o sistema pilossebáceo, aumenta a produção de pêlos e a de material oleoso pelas glândulas sebáceas, o que facilita a instalação das infecções características da acne. É importante que a causa da 

acne em adolescentes seja pesquisada, pois pode tratar-se de ovários policísticos.

8) Quais as possibilidades terapêuticas para o tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos?
O tratamento depende da fase de vida da mulher. O que é mais importante em determinado momento e qual o sintoma que mais a incomoda são perguntas que o médico que a assiste deve fazer. Como se trata de uma doença crônica, não há cura da síndrome, e sim, tratamento dos sintomas. Uma adolescente de 15/16 anos, obesa, com pêlos e acne e perturbações menstruais, precisa primeiro tentar emagrecer. Às vezes, só a perda de peso provoca a reversão do quadro, porque a obesidade gera resistência à insulina e essa resistência produz o aumento de andrógenos, os hormônios masculinos. Se ela não for obesa, torna-se necessário diminuir a produção dos hormônios masculinos e uma das maneiras mais simples de fazê-lo é por meio da pílula anticoncepcional. Qualquer pílula, não precisa ser uma em especial, porque todas deprimem a função ovariana e, portanto, diminuem a produção de hormônio masculino. O anticoncepcional atua também na unidade pilossebácea, reduzindo o crescimento dos pêlos e a produção de sebo. Dessa forma, melhoram os quadros de hirsutismo, acne e as alterações menstruais, uma vez que a pílula regulariza os ciclos menstruais.

9) Como a infertilidade está associada à Síndrome dos Ovários Policísticos?
Até os 23 anos de idade, mais ou menos, mulheres com a Síndrome podem ovular esporadicamente. Sabe-se que nem todas as menstruações que ocorrem espaçadamente são ovulatórias, mas algumas são, e a mulher consegue engravidar. É muito comum a referência de que antes dos 23 anos, elas tiveram um ou dois filhos. Depois, não conseguiram mais engravidar. Essa é uma das patologias mais simples de serem tratadas porque as mulheres, em geral, respondem ao indutor da ovulação mais corriqueiro que existe, o clomifeno. Ele é administrado por via oral, cinco dias por ciclo, a partir do primeiro dia e é capaz de corrigir as anomalias endócrinas e provocar ovulação. Grande parte das mulheres responde bem ao tratamento e engravida. Infelizmente, algumas não conseguem porque as condições locais ficaram ruins ou o estroma produz muito andrógeno e é necessário adotar outra tática, como estimular os ovários com gonadotrofinas, o que se faz normalmente na fertilização in-vitro. Atualmente, não empregamos mais a técnica de ressecção em cunha dos ovários. O que se faz é a cauterização laparoscópica. Através de três pequenas incisões na parede abdominal, os cistos são cauterizados. Com isso, as pacientes começam a menstruar, ovular e ficam grávidas. Muitas chegam a menstruar regularmente até a menopausa.

10) E quando estas mulheres com ovários policísticos chegam à menopausa, os problemas desaparecem?
Em conseqüência do hiperinsulinismo, essas mulheres, ao chegar à menopausa, apresentam maior risco de apresentar distúrbios cardiovasculares. Mais freqüentemente, elas são hipertensas e desenvolvem diabetes do tipo II, justamente aquele que não é insulinodependente, porque têm resistência à insulina. Por isso, elas devem procurar tratamento pelo menos para normalizar essa resistência à insulina. Assim, independentemente da idade, quando uma mulher tem hiperinsulinismo, uma das tentativas é utilizar a metilformina, uma substância que aumenta a sensibilidade à insulina. De 40% a 50% das pacientes respondem bem a esse esquema terapêutico, as menstruações se regularizam, os níveis de testosterona baixam e elas engravidam. 

Dieta do Tipo Sangüíneo

A dieta do tipo sangüíneo foi desenvolvida pelo médico naturopata Dr. Peter J. D’Adamo e publicada em seu livro “Eat Right For Your Type” (Se Alimente Corretamente de Acordo com seu Tipo de Sangue), publicado em 1996 nos Estados Unidos. Muitos especialistas discordam da teoria proposta pelo Dr. D’Adamo, alegando falta de comprovação científica em grande parte de suas afirmações, porém, isso não irá ser tratado aqui.
Basicamente, a dieta do grupo sanguíneo segue a premissa de que:

  • Cada grupo sangüineo (A, B, AB e O) devem seguir dietas específicas
  • Para cada grupo sanguíneo, os alimentos podem ser classificados como:
    • benéficos: alimentos que previnem e tratam doenças
    • neutro: alimentos que não previven doenças porém também não prejudicam à pessoa
    • nocivos: alimentos que podem agravar ou causar danos à pessoa

Mas o que cada grupo sangüíneo pode comer?

Dieta por Tipo Sanguíneo

Mantenha seu corpo em forma e a sua saúde perfeita.
A dieta explica que os tipos sanguíneos tem forte influência no organismo. Eles determinam a eficiência do metabolismo, do sistema imunológico, o estado emocional e até a personalidade de cada indivíduo, promove o bem-estar, diminui o peso e fortalece a saúde a partir de uma mudança de hábitos alimentares.
Dieta por tipo Sanguineo - Alimentação
Basicamente, a dieta do grupo sanguíneo segue a premissa de que cada grupo sangüineo (A, B, AB e O) devem seguir dietas específicas.

Para cada grupo sanguíneo, os alimentos podem ser classificados como:

·         Positivos: alimentos que previnem e tratam doenças

·         Neutro: alimentos que não previnem doenças porém também não prejudicam à pessoa

·         Negativos: alimentos que podem agravar ou causar danos à pessoa

Importante!
É necessário que o paciente faça uma avaliação pois o que importa não é apenas saber quais os melhores produtos, e sim promover reações no metabolismo para que os elementos neles encontrados tenham boa absorção. Pois nós perdemos os nutrientes não somente por alimentos ruins mas sim, pela  qualidade de vida, que engloba emoções, sentimentos, o dia a dia, etc

Mas o que cada grupo sangüíneo pode comer?


Sangue Tipo O
São carnívoros com aparelho intestinal forte e necessitam comer proteínas animais diariamente, caso contrário, estão propensos a desenvolver doenças gástricas como úlceras e gastrites devido a alta produção de sucos gástricos.

Alimentos Positivos:
Carnes: bovina, carneiro, vitela, cordeiro
Peixes: bacalhau, badejo, sardinha, linguado, salmão
Laticínios: Queijo de leite de cabra, queijo de soja
Frutas: ameixa, nozes, figo, semente de abóbora
Verduras: abóbora, brócolis, espinafre, alface romana, acelga, salsa
Cereais: Evitar
Outros: azeite de oliva

Alimentos Neutros:
Carnes: frango e peru
Peixes: atum, camarão, lagosta
Laticínios: mussarela, manteiga, queijo minas
Frutas: noz pecãn, castanhas, avelã, pinha
Verduras: abobrinha, agrião, inhame
Cereais: farelo de arroz, farinha de trigo integral
Outros: óleo de canola

Alimentos negativos:
Carnes: carne de porco e derivados, como presunto e bacon
Peixes: caviar, salmão defumado, polvo
Laticínios: creme de leite, iogurte, leite (integral ou magro), a maioria dos queijos, sorvete
Frutas: laranja, morango, côco, amora, amendoim, castanha do pará, pistache, castanha de caju, abacate
Verduras: berinjela, champignon, milho, repolho
Cereais: aveia, trigo, cuscuz e pão branco
Outros: óleo de milho, óleo de amendoim


Sangue Tipo A
São vegetarianos com aparelho intestinal sensível e têm dificuldades para digerir proteínas de origem animal, pois sua produção de suco gástrico é mais limitada.

Alimentos Positivos:
Carnes: evitar carnes vermelhas
Peixes: bacalhau, salmão vermelho, salmão, sardinha, truta
Laticínios: queijo de soja, tofu
Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, amora, damasco
Verduras: abóbora moranga, alface romana, acelga, brócolis, cenoura, acelga, alcachofra, cebola
Cereais: farinhas de centeio, arroz, soja e aveia, pão de farinha de soja
Outros: alho, molho de soja, missô, melaço de cana, gengibre, chá verde, café normal, vinho tinto

Alimentos Neutros:
Carnes: frango e peru
Peixes: atum, pescada
Laticínios: iogurte, mussarela, ricota, iogurte c/ frutas, coalhada, queijo minas
Frutas: melão, passas, pêra, maçã, morango, uva, pêssego, goiaba, kiwi
Verduras: agrião, chicória, milho, beterraba
Cereais: fubá de milho, flocos de milho, cevada
Outros: açúcar branco, chocolate, alecrim, mostarda (seca), noz-moscada, manjericão, açúcar mascavo, manjericão, orégano, canela, hortelã, salsa, salvia

Alimentos Negativos:
Carnes: bovina, carneiro, cordeiro, pato, porco e derivados, vitela
Peixes: mexilhões, lagostim, salmão defumado, caviar, ostra, lagosta, camarão, caranguejo.
Laticínios: creme de leite, sorvete, leite magro e integral, manteiga, requeijão
Frutas: caqui, carambola, côco
Verduras: repolho, tomate, inhame, batata, berinjela, batata doce
Cereais: Creme e germe de trigo, farinha de trigo integral, pão preto, pão integral, farinha branca, granola
Outros: alcaparras, gelatina pura, pimenta em grão, vinagre, cerveja, licor, chá preto, refrigerante


Sangue Tipo B
Podem tolerar dieta mais variadas  é o único tipo de sangue que tolera bem laticínios em geral.

Alimentos Positivos:
Carnes: carneiro, cordeiro, coelho, veado
Peixes: bacalhau, salmão, linguado, badejo, caviar, sardinha
Laticínios: iogurte, mussarela, coalhada, leite, queijo, ovos, ricota
Frutas: abacaxi, bananas, mamão, uvas, ameixa fresca
Verduras: batata doce, cenoura, berinjela, inhame, beterraba, brócolis, couve, repolho
Cereais: arroz integral, aveia integral
Outros: gengibre, salsa, açafrão, hortelã, pimenta, ginseng, gengibre, sálvia

Alimentos Neutros:
Carnes: carne bovina, peru, vitela
Peixes: arenque, truta, atum, lula
Laticínios: leite soja, queijo parmesão, queijo soja, manteiga, requeijão, leite integral
Frutas: morango, laranja, kiwi, passas, pêra
Verduras: abóbora, agrião, alface, acelga, aipo, cogumelos, espinafre
Cereais: granola
Outros: café, vinho branco, cerveja, chá preto, chá de amora, hortelã, camomila

Alimentos Negativos:
Carnes: frango, pato, porco, presunto
Peixes: lagosta, camarão, anchova, caranguejo, polvo, ostra, polvo, mexilhão
Laticínios: queijo fundido e roquefort, sorvete com leite
Frutas: caqui, carambola, coco
Verduras: alcachofra, azeitonas, tomate, broto de feijão, milho verde
Cereais: farinha de trigo, milho, centeio
Outros: canela, maisena, pimenta branca e do reino, gelatina pura, refrigerantes, bebidas destiladas

Sangue Tipo AB
Necessitam de uma dieta equilibrada contendo um pouco de tudo.

Alimentos Positivos:
Carnes: carneiro, coelho, cordeiro e peru
Peixes: atum, bacalhau, cavala, sardinha, garoupa, truta
Laticínios: coalhada, iogurte, mussarela, ricota, queijo cottage
Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, kiwi, uva, framboesa
Verduras: aipo, alho, beterraba, berinjela, brócolis, couve-flor, pepino
Cereais: arroz, farinha de centeio, de trigo, aveia
Outros: curry, alho, missô, gengibre, camomila

Alimentos Neutros:
Carnes: faisão, fígado
Peixes: arenque, linguado, carpa
Laticínios: leite e queijo de soja, leite desnatado, requeijão
Frutas: ameixa seca, pêra, passas, mamão, maçã, pêssego
Verduras: broto de bambu, cebolinha, escarola, agrião, vagem
Cereais: cevada, germe de trigo, granola
Outros: açafrão, mel, açúcar, melaço, chocolate, vinho

Alimentos Negativos:
Carnes: bovina, frango, porco, presunto e vitela
Peixes: anchova, camarão, caranguejo, lagosta, linguado, ostra, mexilhão, siri
Laticínios: leite integral, creme de leite, queijo parmesão, brie, provolone, roquefort, manteiga
Frutas: banana, caqui, goiaba, laranja, manga
Verduras: alcachofra, milho verde, nabo, pimentão, rabanete
Cereais: farinha de cevada, de milho, trigo sarraceno, cereais matinais, amido de milho
Outros: alcaparras, tapioca, vinagre, mel de milho, anis, maisena, malte de cevada, pimenta do reino e vermelha

Observação importante para todos tipos saguíneos:
Existem 6 alimentos que para um bom resultado do tratamento devem ser evitados (não exagerar): Leite, Cebola, Tomate, Laranja, Batata e Carne Vermelha.

Saiba os Dias mais Férteis para Engravidar

teste de ovulação é um importante aliado quando a mulher desejaengravidar, com este texto pretendo esclarecer algumas dúvidas sobre o teste de ovulação. E ainda ensinar como fazer o teste da ovulação. Quando é meu período fértil? Eu quero engravidar, quando acontece a ovulação? Como posso saber a data certa que ocorre minha ovulação? São algumas perguntas que tentaremos esclarecer neste texto. O teste da ovulação é útil, mas é necessário entender o processo chamado ciclo menstrual para saber aproveitar as informações que o teste irá lhe oferecer.
Ovulação e ciclo menstrual
ovulação é um acontecimento que normalmente ocorre todo mês no organismo da mulher, onde ovário libera o óvulo (ovulação – devido ao aumento do hormônio LH), entrando, a partir deste momento em período fértil, estando desta forma propensa a engravidar caso tenha relação onde este óvulo possa entrar em contato com o espermatozóide.
É importante saber a duração do seu ciclo menstrual. Por exemplo, se a menstruação “veio para você” dia 5, devemos considerar que dia 5 foi o primeiro dia do ciclo menstrual. E quando termina o ciclo menstrual? Simples, se no outro mês a menstruação iniciar dia 3, conseqüentemente o ciclo anterior terminou dia 2, portanto esta mulher tem um ciclo de 28 dias. Se tiver um ciclo desregulado é necessário fazer um cálculo aproximado usando os últimos ciclos para ter um valor médio de dias do ciclo menstrual.
Depois que soubermos qual é a quantidade de dias do ciclo menstrual (ou uma média), vai ficar mais fácil entendermos e sabermos usar o kit para o teste de ovulação.
Os Hormônios
Os hormônios FSH e LH provenientes da glândula pituitária (no cérebro) influenciam o ovário para que ocorra a ovulação, e os hormônios ovarianos, estrógeno e progesterona influenciam os órgãos reprodutivos.
Normalmente no ciclo menstrual o hormônio Luteinizante (LH) se mantém abaixo de 20 mUL/ml, quando por volta de 14 dias antes do início de um novo ciclo, o hormônio LH aumenta consideravelmente, esta fase é a chamada “onda LH”. É neste momento que ocorre a liberação do óvulo, um ou mais, do ovário. Depois de 2 a 3 dias da ovulação onde ocorreu o pico máximo a onda LH retorna aos valores normais até que em um novo ciclo volte a elevar-se.
Quando Começar a Fazer o Teste?
Pronto, entendido até aqui, é hora de realizarmos o teste da ovulação para descobrir o período em que há melhores condições para obter sucesso e a fecundação ocorra. O teste vai definir o momento mais provável da ovulação.
Saber o dia certo para começar a coletar a urina para fazer o teste de ovulação é muito importante, para melhor visualizar e definir o dia, a tabela ao lado pode ajudar, depois de saber a duração do ciclo menstrual. Na primeira coluna temos os dias de duração do ciclo (explicado acima), na segunda coluna, veja os dias do ciclo para começar os testes. Por exemplo, se a duração do seu ciclo for de 28 dias (coluna esquerda) o dia ideal para começar a fazer os testes é o dia 12 (coluna da direita), ou seja, no décimo segundo dia do início da menstruação irá começar a fazer o primeiro teste, até que o resultado seja positivo (ver abaixo como fazer) e depois de 24 a 48 h irá acontecer a ovulação.
Como proceder para realizar o teste de ovulação
Geralmente os kits reagentes existentes no mercado possuem cinco tiras reagentes usadas para fazer o teste em cinco dias consecutivos.
Determinar um horário para realização do teste durante os cinco dias, de preferência no início da manhã, antes que se tome muita água para não tornar a urina muito diluída, coletando em um recipiente limpo (pode ser um recipiente qualquer que você tenha em casa, mas deve estar bem limpo e seco). Normalmente dentro dos kits reagentes comprados na farmácia possuem um recipiente para onde deve ser transferida a urina, depois a fita reativa que também está no kit, deve ser mergulhada na urina, até a marca indicada (respeitar o limite), 2 a 3 minutos depois ver o resultado do teste.
Se formar uma linha colorida na posição “teste” o resultado é positivo, se não desenvolver nenhuma coloração o teste é negativo. Caso positivo a ovulação ocorre normalmente 24-48 horas, mais freqüente dentro de 36 h . Por isso é importante fazer o teste no mesmo horário todo dia, desta forma poderá estar preparada para que a ovulação ocorra. Resultado lido depois de cinco minutos não tem valor.
Sabemos que a ovulação poderá ser irregular, dependendo do estado emocional da mulher ou nível de estresse, assim a ovulação pode não ocorrer sempre neste mesmo dia que foi detectado, nos próximos ciclos menstruais, por isso deverá repetir o procedimento.
Quais são as limitações deste teste?
Este teste só funciona corretamente se os procedimentos forem seguidos conforme indicado nas bulas dos kits, com um nível de segurança de 98%, lembrando que não deve ser usado como um método anti-concepcional.
Consulte sempre seu médico.